Sobre crítica de cinema.
Hoje eu assisti Tron no cinema do shopping Pátio Dom Luiz aqui em Fortaleza. Como esse é o primeiro post sobre filme no blog, antes tenho que deixar claro que não importa o filme, sempre tem quem AME e quem ODEIE por todos os motivos. Até os filmes terrivelmente ruins tem seus fãs. Então o que eu falo aqui é a minha opinião e a dos meus amigos que assistiram comigo. E também não vou pintar nenhum filme de muito ruim, porque, como eu disse, sempre tem quem goste.
O visual de Tron Legacy (acho que não falo nada demais sobre o enredo)
O filme é um remake. O original é de 1982, então já dá pra deduzir que os efeitos especiais são bem melhores que os do anterior. E realmente são. O mais legal é o visual futurista nas roupas, na cidade, nos veículos. Tudo tem uma estética bem definida cheia de linhas neon. Algo que realmente me impressionou foi o incrível rastro de luz materializada que os veículos deixam. Só vendo pra entender, vou nem por foto aqui. E também achei maneira a mistura de objetos clássicos com os cenários futuristas do filme. Realmente chamou minha atenção.
O trilha sonora de Tron Legacy
Não tenho dúvidas que o Daft Punk arrasou na trilha do filme, combinou perfeitamente música e estética. Até a parte em que eles aparecem (sim eles aparecem tocando) não destoou do resto do filme. Até dá a impressão que eles vieram MESMO daquele mundo. Tenho nem o que falar.
A história de Tron Legacy
Bem, como o filme é da Disney ele é bem família, menos violência e mais efeitos especiais. A história também é meio mamão com açúcar e o personagem que dá nome ao filme, Tron, praticamente não é aprofundado.
O filme começa com o Flynn (o cara que criou o mundo virtual) falando pro filho dele, Sam, de como lá é legal e bacana e tal. Até que um dia ele vai no tal mundo e não volta mais. Aí o Sam cresce, fica bonitão e anos depois ele recebe uma mensagem que seria do seu pai desaparecido.
De uma forma que não interessa falar aqui ele vai parar dentro do tal mundo virtual e começa toda a aventura para encontrar o pai e voltar pra casa. O resto é efeito especial, luz, e música do Daft Punk. Também tem o vilão, o CLU, que é igual ao Flynn jovem criador do tal mundo virtual e que também criou o próprio CLU. Mas confesso que nem prestei atenção nisso olhando para as luzes. E também tem a Gem. Gamei nela o filme todo, ela não faz nada demais, só fica sendo linda. Então nada melhor que fechar o post com uma foto dela.



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